Todo verão é a mesma coisa, "my boy" passa pelo quiosque para munido do seu jornal desportivo ir a praia. E somente saímos da praia quando ele tem aquilo visto. Dia desses tirei uma foto deste momento, e depois de colocar no computador percebi que todo o ano o mesmo acontece: ele ler e eu tiro fotos dele lendo.
Por que fazer uma página sobre isso? Primeiramente porque é uma hábito, quase uma tradição de verão. Todo verão, aquela altura onde nada acontece na área futebolística ele enche-se de esperança com as contratações, com o positivismo, com o "é desta vez" normal desta época. Eu nem preciso ler o jornal - nem mesmo se eu quisesse saber como anda a jornada brasileira - que ele me conta. E, eu, fico ali a tirar fotos do mesmo.
É como se fosse a maneira dele de ir a praia. Verão é igual a praia, que ele é louco por, sol, mar e jornal desportivo, principalmente aquele que fala do seu time. Não sei... mas parece uma história legal de se contar.
Every summer is the same thing, "my boy" buy everytime we went to the beach a sport newspaper. And every single summer I take a picture of this moment.
Why I intend to make a page about it? First because it is a habit, almost a summer tradition. Every summer, the one time where nothing happens on the football, he believe that year "we are the champion!" positivism normal in this season.
It's like his way of going to the beach. Summer equals the beach, he is crazy for sun, sea and sports newspaper, especially one who speaks of his team. I do not know ... but it seems like a cool story to tell.
julho 10, 2012
julho 08, 2012
verão, a praia é nossa?
Como trabalho por turnos, as vezes dou-me ao luxo de ir a praia de manhã, antes do trabalho. Porém percebo que isso é um luxo que os residentes não se dão. Uma colega com quem trabalho vai a praia cerca de duas vezes por verão, e isso porque o filho dela adora água. Sinto uma certa estranheza por não ver residentes na praia. É como se você um território arrasado por turistas que vem aqui aproveita e você, nada.
OK, talvez seja aquela coisa da praia está logo ali. Desculpe-me, mas isso aqui não é o Rio de Janeiro, oou seja, a praia até está ali e dá para enjoar, mas a temperatura para aproveitá-la não, então uns três meses por ano, é de aproveitar pelo menos alguns dias.
Quem ouve este post, até pensa que adoro sol, praia e mar. Sabe que não... eu provavelmente se não fosse "my boy" talvez fosse a praia duas vezes por verão, mas isso é porque não gosto lá muito. Talvez todos que moram nesta cidade não gostam muito disso, e acabam indo só as suas duas vezes de direito, por isso é que não encontro nenhum deles.
Hi there! Summer is that time of year that "my boy" just want to go to the beach almost everyday. These days even suggested that we were spending a weekend away on a beach place. Of course I didn't accepted. If you have beach about 4km from home because I will spend money to go to the beach. And we always go to it when we can.
I work on rotation, so sometimes I give myself the luxury of going to the beach in the morning before work. But I realize that this is a luxury that residents do not give themselves. A colleague I work with go to beach about twice a summer, and that because her son loves water. I feel a certain surprise at not seeing residents at the beach. It's like you a territory devastated by tourists who come here and enjoy, but us, who lives here, do not go at all.
OK, maybe that thing is the beach is right there. Sorry, but this is not the Rio de Janeiro, the beach is everyday there, but the temperature to enjoy it, not. Just like three months a year, you have the temperature to go to the beach.
Who is reading this post right now may think that I love sun, sand and sea. I don't ... If I don't have "my boy" probably I would go twice a summer, but that's becauseI do not like so much. Perhaps every resident who live in this town do not like it, and end up only going twice, so it because that I cannot find any of them there.
julho 06, 2012
do amazing things: layout
Olá bloggers! Eu termino a semana a mostrar um layout que eu
fiz usando o kit de Maio do Studio Calico, 35mm. Eu usei uma foto do meu
sobrinho para fazer um layout com o que eu desejo para a vida dele.
Usei esta foto que eu adoro com tantas cores. Depois trabalhei
com as cores da página para que, apesar de colorido, ele ficasse bem clean. Por
isso escolhi um background com cor para que a foto não destacasse mais que o título,
que era o que eu queria que fosse destacado. E depois apliquei alguns detalhes
em laranja, cor contrastante com o título e alguns enfeites brancos.
Adorei este layout que fiz para um concurso do Paper Scrappers
que eu não ganhei. Porém eu amei como a página ficou bem clean, mas mesmo assim
com a quantidade de enfeites que eu considero ideal para o meu estilo.
Hello bloggers! Today I show a layout I made to my nephew and what I hope he do with this life. I use this photo so colorful and kept the background with color because I want the title to pop up. For that reason I choose the white for it. I so happy with this layout!
I hope everyone have a great weekend! See you on Monday!
julho 04, 2012
melhor da blogsfera #10
Olá, bloggers! A partir desta semana o melhor da blogsfera e a
minha lista de compras vai dividir as quintas-feiras e passam a ser quinzenais.
Começamos a primeira semana do mês de Julho com o melhor da blogsfera.
1. A Julie Balzer fez um post bem legal sobre as fases que ela já
passou do scrapbooking, o que fez lembrar-me mesmo do meu caminho até agora. O
post vale a pena dar uma lida.
2. A Stephanie Howell é uma scrapper maravilhosa e ainda por cima
tem uma maneira de escrever que é um encanto, tanto que mesmo que ela não
coloque nenhum projecto novo no blog dela, eu continuo indo lá porque vale a
pena ler a maneira apaixonada que ela escreve sobre as coisas. Neste post ela
conta um pouquinho sobre o bloqueio criativo que ela vive e como ela está como
scrapper. Fez-me pensar um bocado e recomendo a leitura.
3. Esta semana o meu post recomendado sobre fotografia é um vídeio
bem divertido que traz 50 dicas imperdíveis para quem fotografa, e mesmo que
seu inglês não seja nenhuma brastemp vale a pena ver.
4. Nesta semana eu vi este projecto lindo no site da Kesiart, um
mini para se inspirar.
5. A quinta de hoje é em português e vem do blog da Luciana Murta
que dá dicas preciosas para carimbar sem erro.
6. Alguns enfeites – meus favoritos – pequenos e versáteis, dica
do blog Get it Scrapped!
7. E a última dica desta quinzena é como fazer um lindo balão –
versão mirim – para enfeite no blog da Basic Grey.
Hello Bloggers! This week I spot some nice things on the internet. 1. a post about scrapbooking phases by Julie Balzer; 2. a post about creative black-hole by Stephanie Howell; 3. 50 photographing tips on Picture Correct; 4. a miniálbum on Kesiart; 6. some small and versatile embelishment on Get it Scrapped; 5. some tips to use stamps on Luciana Murta's blog; 6. and how to make your hot air ballon on Basic Grey.
the walking dead
Eu acabei de ver a segunda temporada e apesar de muitos não ter gostado, eu adorei o facto dos zumbis não ser o único motivo de preocupação do grupo nesta temporada. Contudo a primeira temporada tem aquela cena da chegada do Rick a Atlanta no cavalo. Quase um clássico!
So like this show! Because I love to be scared...
So like this show! Because I love to be scared...
julho 03, 2012
i will scrapbooking this: a story about my father and I
Olá bloggers! Eu vou utilizar mais este blog como uma ferramenta para
guardar algumas histórias que eu vou me lembrando de contar. É que os papéis
proliferam dentro de casa e depois eu acabo os perdendo. Então, quando vou
organizar as fotos que eu vou imprimir, acabo por não achar o tal papel –
porque é uma infinidade de pedacinhos – onde eu escrevi. Serei prática, vou
escrever aqui neste blog, e talvez, alguém pela blogsfera que leia meu blog,
possa até me fazer lembrar de algum ângulo que eu não pus aqui.
Lembrei esta semana de uma cena de minha infância com meu
pai. Antes, talvez eu deva esclarecer, que eu e meu pai temos uma relação um
quanto distante. Não que eu não goste de meu pai, mais somando o divórcio,
algumas características da nossa personalidade e algumas histórias pelo
caminho, nós acabamos por sermos distantes. Posso contar as vezes que nos
falamos durante o ano, mas posso agradecer por algumas coisas, principalmente o
incentivo financeiro para eu poder dedicar-me aos estudos.
Lembrei-me por conta duma música da Veronica Sabino que ouvi
recentemente. A música, Demais, foi parte da novela Selva de Pedra segunda versão e
tocava na rádio toda hora. Nesta altura, meu pai trabalhava em São Paulo e só
vinha nos visitar no Rio de Janeiro, onde morávamos, mensalmente. Então,
lembrei-me duma ansiedade louca e uma felicidade enorme quando se aproximava a
data dele vir de volta a casa. Era com a minha alegria e paixão infantil, que
eu esperava ansiosamente – ao som da música, pelo jeito – aquele encontro com
meu pai. Na altura, uma espécie de deus para mim! Lembrei-me deste sentimento
de menina e desta alegria imensa e me deu uma saudade deste meu pai que fazia
meu mundo muito mais feliz apenas por aparecer aqueles diazinhos no mês.
E com este sentimento, que eu divido aqui em algumas linhas,
penso que esta história seria uma ótima história para ser contada. Porque
apesar de sermos como somos, eu devo muito meu jeito de ser, meio fechado assim
que você conhece, mas que a medida que se vai falando eu posso ser até
engraçada de um humor negro de ser a este senhor. E dito isso eu vou me embora
por hoje!
| Um layout que eu já fiz sobre meu pai! |
I remind
this week of a scene from my childhood with my father. Before, maybe I should
clarify, I and my father have a distant relationship. I like so much my father,
but adding more divorce, some characteristics of our personality and some
stories along the way, we end up by being distant. Can I count the times we
talked during the year, but I thank you for some things, especially the
financial incentive for me to devote myself to study.
As I was
saying, I remember a story because a song I heard by Veronica Sabino, Demais. This
song has so much sucess at the time my father worked in Sao Paulo. He came to
visit us in Rio de Janeiro, where we lived, on a monthly basis. Then I
remembered a crazy anxiety and a great happiness when the date approached him
to come back home. I was always looking forward to meeting with my father with
my childish joy and passion. I remembered this girl and this feeling of immense
joy and hoe much my father that made my world much happier just by appearing in
those days.
And that
was the feeling I want to share. I think this story would be a great story to
be told. Because although we are as we are, I owe him my way of being, and this
black humor. And with that I'm leaving for today!
julho 02, 2012
eu e o modo Av
Eu sou uma fotógrafa amadora de nível inicial/intermediário.
Sei umas coisinhas aqui e ali que me faz usar o modo criativo da câmera com
segurança, mas no modo manual ainda vou a léguas de distância do que se
considera bom. Eu vou praticando!
Contudo, eu posso dizer que adoro o uso do Av, prioridade de
abertura. Tenho uma paixão pela profundidade de campo que posso passar o dia
todo apenas utilizando esta função da câmera. Acho que o que me encanto é a questão de deixar ou não
aparecer claramente as coisas, escolher o que mostrar totalmente e o que apenas
aparecer, mas nevoado – o blurry. Talvez porque é aquele modo fotográfico que
mais se assemelha a mim mesma.
Como assim? É que eu sou assim, digo as coisas de modo que
não parecem totalmente claras ao princípio, para que se precise ver com
atenção, imaginar um pouquinho. Por isso, talvez, eu goste tanto de mexer com a
profundidade de campo, principalmente para deixar a câmera aberta o máximo
possível, para mostrar na foto o mínimo possível. E o resto vai se adivinhando com a jornada.
I am an
amateur beginner/intermediate photographer. I know a few things here and there
that makes me to use the camera creative way safely, but in the manual mode I will
still leagues away from what can be considered good. However, I'm practicing!
I can say I
love the use of Av, aperture priority. I have a passion for depth of field that
I can spend all day just using this camera function. I think the charm is the
question of whether or not to let things stand out clearly, choosing what to
show completely and just show up the blurry. Perhaps because this function most
resemble myself.
How so?
Because I say things sometimes that it does not seem entirely clear at first,
so you have to do with attention, imagine a little bit. So perhaps, I am crazy
about the relationship between depth of field and aperture. Especially to leave
the camera open as possible, to show the photo to a minimum. And the rest will
be guess.
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